
João Fonseca Inspira Novos Talentos no Tênis Brasileiro
O Fenômeno Fonseca
João Fonseca, de apenas 19 anos e 30º no ranking mundial, tornou-se a grande promessa do tênis sul-americano. Com seu estilo agressivo, forte golpe de direita e carisma, o jovem carioca recolocou o Brasil no mapa da elite masculina. Em 2025, conquistou seus primeiros títulos ATP em Buenos Aires e Basileia, chegando ao 24º lugar no ranking – feito que o coloca entre os cinco maiores tenistas brasileiros da história, ao lado de Gustavo Kuerten, Thomaz Bellucci, Fernando Meligeni e Thomaz Koch.
Agora, Fonseca se prepara para sua segunda participação na chave principal de Roland Garros, que começa neste domingo em Paris. Na estreia, enfrentará o francês Luka Pavlovic (240º). A expectativa é grande, especialmente entre os jovens que o veem como modelo.
O ‘Efeito Fonseca’ no Tênis de Base
Henry Takahashi, de 13 anos, treina todos os dias nos arredores de São Paulo com o técnico Juninho Nascimento e sonha seguir os passos do ídolo. “Gosto de como ele se comporta na quadra, suas jogadas… Tudo”, diz Henry, que estuda online para conciliar a agenda de treinos. Seu técnico confirma: “Hoje não temos vagas. Há uma lista de espera. Cada vez mais meninos querem ser tenistas profissionais no país do futebol.”
O boom é visível nos números. Entre 2024 e 2025, houve um salto de 34% no número de inscritos no campeonato nacional infantil e juvenil (12-18 anos) e na Copa das Federações. Em São Paulo, o crescimento é ainda mais impressionante: o número de participantes em torneios infantojuvenis da federação regional quadruplicou entre 2022 e 2025, ultrapassando 7.000.
O presidente da Federação Paulista de Tênis, Danilo Gaino, brinca: “João Fonseca ganha um jogo de manhã e à tarde aumenta o número de afiliados.” Para Thiago Freitas, diretor de operações da Roc Nation no Brasil, a tendência reflete um fenômeno cultural: “Quando brasileiros competem por prêmios internacionais, seja na música, cinema ou esporte, há um aumento de interesse.”
Inspiração Dentro e Fora da Quadra
Além de Henry, outros jovens como Luis “Guto” Miguel, 17 anos, segundo no ranking júnior da ITF, sentem o impacto. “Fonseca traça um caminho. Com sua entrega, jogadas e atitude, ajuda a aprender mais rápido e estar lá no topo”, declara após estrear no circuito ATP no Latin American Open, em São Paulo. Na academia de São Bernardo do Campo, Bruno Rodrigues, Igor Gimenez e Rafael Finetto treinam com a certeza de que “se ele pode, talvez um dia nós também possamos”.
— Lance do Jogo
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