Endrick e Igor Thiago pressionam titulares na seleção brasileira

Endrick e Igor Thiago pressionam titulares na seleção brasileira

Endrick e Igor Thiago pressionam titulares na seleção brasileira

Os amistosos contra Croácia e França revelaram um cenário promissor para a seleção brasileira: a forte concorrência entre atacantes está criando uma “boa dor de cabeça” para o técnico Carlo Ancelotti. Com a Copa do Mundo se aproximando e a lista final de convocados prevista para 18 de maio, jogadores como Endrick e Igor Thiago surgiram como alternativas viáveis aos titulares.

Endrick, com apenas 14 minutos somados nos dois jogos, mostrou impacto imediato. Contra a Croácia, o jovem atacante sofreu pênalti, entregou a bola para Igor Thiago marcar e ainda deu assistência para Gabriel Martinelli, contribuindo diretamente para a vitória por 3 a 1. Sua atuação breve, porém decisiva, colocou-o na disputa por uma vaga no grupo que viajará para a América do Norte.

Igor Thiago, outro destaque positivo, aproveitou a oportunidade e demonstrou eficiência no ataque. Após marcar o gol que recolocou o Brasil na frente, o atacante destacou o apoio dentro do vestiário: “Estou muito feliz por ele (Endrick) ter me dado a bola, confiado em mim e acreditado no meu trabalho”.

Enquanto isso, João Pedro completa oito partidas sem marcar pela seleção, mesmo com 18 gols na temporada pelo Chelsea. Sua posição no grupo começa a ser ameaçada pelo bom desempenho dos concorrentes. Matheus Cunha, por outro lado, parece ter encontrado uma função mais recuada, atuando como meia e mostrando adaptação tática.

Ancelotti reconheceu o valor dos testes realizados nesta Data Fifa: “O que me deixa mais satisfeito é que os jogadores aproveitaram a oportunidade, aumenta a dúvida da lista definitiva, porque Igor Thiago foi muito bem, Léo Pereira bem, Danilo bem, Endrick, muito bem… todos contribuíram e isso é um sinal positivo”.

As boas atuações não apenas credenciam Endrick e Igor Thiago para a Copa do Mundo, mas também oferecem opções para formações alternativas, fazendo sombra a titulares como Vinicius Júnior e Raphinha – craques em Real Madrid e Barcelona, mas que não brilharam na seleção durante estes amistosos.

Com Raphinha lesionado e Vinicius sem impressionar, Ancelotti agora precisa decidir se mantém a aposta em jogadores em ascensão ou resgata nomes de convocações anteriores que não convenceram, como Richarlison e Igor Jesus. A competição saudável no ataque brasileiro se mostra como um dos principais trunfos na preparação para o torneio mundial.

— Lance do Jogo

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